Campeã em 2015, Lelê busca bi do Brasileirão Feminino em primeira final com o Avaí/Kindermann

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Vencedora quando atuava no Rio Preto, a jogadora do Avaí-Kindermann sabe bem a pressão de jogar uma final, mas quer a taça novamente.

As finais do Brasileirão Feminino A-1 2020 estão prestes a começar. Se muitas jogadoras vão ter a chance de disputar esta taça pela primeira vez, a atacante Lelê, do Avaí-Kindermann, já sabe bem como é isso. Campeã em 2015, quando jogava no Rio Preto, ela participou ainda de mais duas finais com o time paulista: contra o Flamengo, em 2016, e diante do Corinthians, adversário da decisão deste ano, em 2018. No domingo (22), às 20h, no estádio da Ressacada, ela entra em campo brigando pelo título pela quarta vez.

Em 2015, quando foi campeã ao lado do Rio Preto, Lelê viveu uma experiência única. Titular nos dois jogos da grande final, ela ajudou seu time a vencer o São José por 1 a 0 na ida. Com o empate por 1 a 1 na volta, o troféu foi conquistado.

“Foi muito emocionante viver aquele momento. Mas agora é novamente uma emoção e ainda maior. É um grupo muito único. A gente sempre diz que não temos uma atleta que se destaca, mas temos um grupo muito forte. Mais que colegas de trabalho, somos uma família, e certamente a boa convivência faz a diferença. Eu sempre tento motivá-las e dizer que é possível, independente de qualquer situação, independente de qualquer adversário. Nós temos capacidade para alcançar nossos objetivos”, disse a atacante.

Assim como a jogadora, o Avaí-Kindermann também já esteve em uma final de Brasileirão Feminino, mas ainda busca seu primeiro título. Em 2014, o time de Caçador foi para a decisão contra a Ferroviária, e acabou derrotado nos dois jogos por 3 a 0 e 5 a 3. Para o clube, será a oportunidade de vencer as corintianas e somar a primeira conquista desta competição ao vitorioso currículo. Tradicional no cenário do futebol feminino, a equipe sabe a responsabilidade que tem em representar Santa Catarina.

“O Avaí-Kindermann tem uma longa história no futebol masculino e feminino. O feminino começou com o futsal e depois veio o futebol e sempre fazendo história. Quando falam em ‘times de Camisa’, o Kindermann hoje é uma grande camisa no feminino. Tem uma história muito respeitada e temos o compromisso com milhares de torcedores. Hoje representamos o Sul do país na maior competição brasileira de futebol feminino. É um peso gigantesco e temos responsabilidade. Estamos concentradas e focadas para alcançar o que queremos”, explicou Lelê.

Lelê conquistou o primeiro título em 2015 e agora quer o bicampeonato no Brasileirão Feminino A-1

Lelê conquistou o primeiro título em 2015 e agora quer o bicampeonato no Brasileirão Feminino A-1


Créditos: Divulgação/Kindermann

Artilheira do Kindermann em 2020, a atacante soma dez gols no Brasileirão, dois a menos do que a artilheira Carla Nunes, do Palmeiras. Com dois jogos pela frente, Lelê ainda pode terminar a competição como a maior goleadora da edição. Para ela, o momento que vive é fruto do trabalho em grupo.

“Eu acho que o meu desempenho é mérito de um trabalho em equipe muito bem desenvolvido. Acho que temos que dar o nosso melhor independente do momento. Eu fiz o meu trabalho e as consequências vieram. Mas o meu desempenho é resultado de um trabalho em equipe”, afirmou.

Neste domingo, Avaí-Kindermann e Corinthians se encontram para a largada das finais do Brasileirão Feminino A-1. Às 20h, os times entram em campo na Ressacada, em Florianópolis (SC), para o jogo da ida. A volta será dia 6/12, também domingo, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP).

“Serão jogos diferentes de todos os outros. Dentro de campo não importa resultado anterior e nem nada. Irá prevalecer quem errar menos e tiver mais foco. Será um jogo equilibrado mas eu acredito que temos chance sim. Vamos jogar o jogo que sempre jogamos, para frente e fazendo um futebol bonito”, completou Lelê.

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